Pantanal Paraguayo

Samuca e a Selva

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    Parte do pantanal
    É paraguaio
    Parte da raiva
    Vem como um raio
    Que parte da palma da mão
    E com punhos fechados
    Racha o raio da raiva
    No meio do mato

    Corre
    Vaza
    Invade
    Mata
    Não tem por onde se esconder
    O raio se transforma em vontade

    E do raio pesado
    Presente no pasto
    Previu-se um trovão
    Um estrondo de alfaia
    Com toques de caixa
    E palma de mão

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    Se é vontade que bate
    Se é sede que invade
    Se beija ou pisa o chão

    Se é coragem me mate
    Não brinque, covarde
    Não truque em vão

    (Pantanal)

    Información de la canción

    Composición: Samuel Samuca, Bruno Elizeu Parola Vaqueiro y Rodolfo Dox Lacerda

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