Ô de Casa
Samuel Palmeira
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Ô de casa, eu grito, quem pode me ouvir
Eu venho de longe, das terras de lá
Me diz quanto custa, o preço de abrir
Eu trouxe bastante, posso lhe pagar
Eu fiz o que disseram pra eu fazer
Eu dei, quanto foi ensinado a dar
Cantei, todo domingo, as canções
Me ajoelhei nas orações
Mereço entrar
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Não fiz, nada de mal por onde andei
Senhor, nunca matei, nunca roubei
Ouvi atentamente os sermões
Então me abram os portões
Mereço, eu sei