Coração Cigano

Sandro e Saulo

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    Estrada comprida
    Quanto mais ando, mais léguas me enche a vista
    Ê, destino bom
    Sem paradeiro vou seguindo por aí

    De tardezinha, quase noitinha
    Faço pernoite perto de um ribeirão
    E escutando água cantando
    Ali me deito, peito cheio de emoção

    O céu se pinta de cores tantas
    E estrelinhas clareando a escuridão
    Me inspira um verso, puxo a viola
    A moda nasce no fundo do coração
    Me inspira um verso, puxo a viola
    A moda nasce no fundo do coração

    É quando bem de repente
    Me lembro da minha gente
    E a saudade dói no peito
    Tempo bom que não se apaga
    Novenas e vaquejada
    Procissão de padroeiro

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    Tempo de felicidade
    Que marcou a mocidade
    Do meu coração cigano
    Ai quem me dera de novo
    Viver junto do meu povo
    Pisar outra vez no meu chão

    Estrada comprida
    Quanto mais ando, mais léguas me enche a vista
    Ê, destino bom
    Sem paradeiro vou seguindo por aí

    De tardezinha, quase noitinha
    Faço pernoite perto de um ribeirão
    E escutando água cantando
    Ali me deito, peito cheio de emoção

    O céu se pinta de cores tantas
    E estrelinhas clareando a escuridão
    Me inspira um verso, puxo a viola
    A moda nasce no fundo do coração
    Me inspira um verso, puxo a viola
    A moda nasce no fundo do coração

    É quando bem de repente
    Me lembro da minha gente
    E a saudade dói no peito
    Tempo bom que não se apaga
    Novenas e vaquejada
    Procissão de padroeiro

    Tempo de felicidade
    Que marcou a mocidade
    Do meu coração cigano
    Ai quem me dera de novo
    Viver junto do meu povo
    Pisar outra vez no meu chão

    Ai quem me dera de novo
    Viver junto do meu povo
    Pisar outra vez no meu chão
    Ai quem me dera de novo
    Viver junto do meu povo
    Pisar outra vez no meu chão

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