Rúnknut

Sangerkonst

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    Geme tão apertado o nó
    A árvore balança, enfim
    De Norte a Sul vejo o meu fim
    De Leste a Oeste canto só

    Veistu, hvé rísta skal?
    Veistu, hvé ráða skal?
    Veistu, hvé fáa skal?
    Veistu, hvé freista skal?

    Nove Luas de boa torrente
    Nos gritos vãos da noite escura
    A cada gota em chuva rubra
    Sabedoria é uma semente

    Veistu, hvé biðja skal?
    Veistu, hvé blóta skal?
    Veistu, hvé senda skal?
    Veistu, hvé sóa skal?

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    Aos campos meus, fertilidade
    Família, riqueza, ferocidade
    Força, paixão, buscar a verdade
    Freyja me beija em sua vontade

    Fehu, Uruz
    Þurisaz, Ansuz
    Raiðo, Kenaz
    Gebo, Wunjo

    Em poesia a sublime voz
    Liberta da mente os meus nós
    Da língua faz-se o verso atroz
    Converso com Heimdall a sós

    Hagalaz, Nauðiz
    Isaz, Jera
    Eihwaz, Perþo
    Algiz, Sowilo

    Ao espírito, proteção
    Benção divina em minha mão
    A jornada nunca é em vão
    Sou julgado por Týr então

    Tiwaz, Berkano
    Ehwaz, Mannaz
    Laguz, Ingwaz
    Dagaz, Oþalaz

    Información de la canción

    Composición: Diogo Verskáld

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