A Praga Humana

Sangue de Bode

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    Arrancando com as unhas o resto da alma
    Novamente tendo que encarar meu próprio cadáver
    Dono dessa carne suja, um prato cheio pra miséria
    Sem fuga aparente contra a sucção do abismo
    Quantas vezes vou morrer pra perceber o cadáver que eu sou?

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    Compartilhando a doença com os
    Ratos e os pecados com um Deus moribundo
    E se Cristo voltar
    Que volte preparado
    Para ser assassinado
    Pela praga humana

    Información de la canción

    Composición: João Pedro C.O dos Santos

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