Heróis de Brinquedo

Sangue Jovem

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    Há quem diga que devemos agir como heróis
    Esquecer o capricho que ficou pra traz
    Superar todos os limites dessa vida
    Mostra-se sempre forte nada mais.

    Quem seria capaz de fazer alguma mudança?
    Mesclar muitos soldados que estão na contramão
    Na falta de abrigo recorrer ao prazer mais absurdo
    Mesmo que esteja fora do compasso da compaixão.

    Acima da torre sentinelas fazem a segurança
    Momentos de pânico da sociedade que se desfaz
    Em litros de anestésicos e a fumaça que balança
    Para afagar o remorso de alguém que não vive mais.

    Continúa después del anuncio

    "posso saber?... o que mais, se desfaz... nunca mais vai saber
    Quem contrai vírus mortais, pela paz, nunca mais... vai saber?"

    Há quem jura ouvir o apelo da sua voz
    Na foz do rio doce um mar vermelho
    O sangue que aqui jorra em frente ao espelho
    É da temível arrogância que nos deixou só.

    Se aventurar é perpetuar a espécie
    Somos vampiros sedentos por ocupação
    Filhos primitivos de uma nova era
    Banidos no desgosto intenso desta nação.

    Quem vai saber o que eu mais preciso
    Sobre esses aspectos chegar a uma conclusão
    Selar o labirinto em que sigo perdido
    No risco de invocar a ira do "deus da salvação".

    "posso saber?... o que mais, se desfaz... nunca mais vai saber
    Quem contrai vírus mortais, pela paz, nunca mais... vai saber?"

    Información de la canción

    Composición: Ademir S B Júnior

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