Eles pregam paz com as mãos sujas de guerra
Acendem velas enquanto queimam a própria terra
Sorrisos falsos brilhando em telas de vidro
Corações vazios vendendo um mundo fingido
Promessas baratas, verdades rasgadas
O falso profeta na multidão mascarada
Hipocrisia corre solta, veste a todos sem pudor
Dizem ser luz, mas espalham só calor e dor
Vivem de glória falsa, sombras no esplendor
A humanidade cai ajoelhada às máscaras
Lobos vestidos de santos, pregando salvação
Mas esmagam o fraco com a própria mão
Cada palavra é um veneno doce
E cada gesto, um preço que ninguém trouxe
Gargalham alto enquanto o mundo sangra
E pedem desculpa quando já não resta nada
Hipocrisia corre solta, veste a todos sem pudor
Dizem ser luz, mas espalham só calor e dor
Vivem de glória falsa, sombras no esplendor
A humanidade cai ajoelhada às máscaras
Quem julga, esconde o próprio pecado
Quem aponta o dedo, vive enterrado
Ninguém é santo nesse teatro decadente
Só atores repetindo mentiras para sempre
Hipocrisia corre solta, veste a todos sem pudor
A verdade morre fraca, esmagada pelo clamor
Somos reis do nada, num trono sem valor
Perdidos na humanidade e suas máscaras