Paraíso Vilipêndico

Shoyu

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    E o plano criar um mundo novo, eu vejo que falhou
    É que eu vejo tudo de novo
    É que eu sempre me recordo aonde eu lembro de passar
    Eu relembro meus passos na vida passada
    Me sinto até upside-down
    Saber tudo que acontece deixa tudo tão sem graça
    Recrio o mal que me pertence, a fim de torná-lo em uma casa
    Residente de todos os resquícios de um trauma
    De um sonho lúcido pra acordar
    Eu tenho que olhar pra palma da minha mão

    Não adianta tentar mudar agora
    É que esse jogo não é nada pra mim
    Nada de novo não me traz a sensação e não é nada pra mim
    Sexo, drogas ou dinheiro não são nada pra mim
    Andando pelas ruínas
    Escarlate, o sangue escorre
    Não tema, mina, e corra, que o destino é se enforcar
    Sei que eu não sou ninguém
    Não quero ser ninguém
    Só quero cumprir o plano que, no fundo, é pelo bem
    E se ninguém quiser entender
    É melhor sair do caminho (pois, se não, irá morrer)
    Ou terá o mesmo destino
    É o que eu planejo desde o início e não interfiro
    Único jeito
    Nada vai ser como antes, nunca mais será perfeito

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    E o plano criar um mundo novo, eu vejo que falhou
    É que eu vejo tudo de novo
    É que eu sempre me recordo aonde eu lembro de passar
    Eu relembro meus passos na vida passada
    Me sinto até upside-down
    Saber tudo que acontece deixa tudo tão sem graça
    Recrio o mal que me pertence, a fim de torná-lo em uma casa
    Residente de todos os resquícios de um trauma
    De um sonho lúcido pra acordar
    Eu tenho que olhar pra palma da minha mão

    Información de la canción

    Composición: Shoyu

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