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    Embriagado,
    Apaixonado,
    Eu vou bebendo
    Tomando este trago
    As vezes apago
    Este fogo ardendo
    Nesta alma que foi pura
    Que nada se cura
    Mesmo eu tendo pena
    De minha ferida
    Que esta embebida
    Aos poucos envenenada.

    (estribilho)

    Embriagado, etc...

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    O destino me faz beber
    Sou errado,
    Sou culpado
    Deus devia de compadecer,
    Embriagado
    Mas ninguém sabe por quem
    Vou contar,
    Vou falar,
    Por favor não conte a ninguém.

    (declamado)

    Luzes da ribalta
    Numa noite em classe alta
    Ali entrei
    Estavas sentadas em uma mesa
    Com sua formosura e beleza
    E eu então suportei
    Vendo aquele homen ao seu lado
    Fiquei magoado
    E os dois eu matei
    E hoje pelas ruas
    Sentindo o clarão da lua
    Até quando sofrerei
    Passando os meus tristes dias
    Afogado na boemia
    Meu destino cumprirei
    Vivo como um foragido
    Desprezado pelos amigos
    Pago o crime que eu pratiquei.

    Información de la canción

    Composición: Silveira

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