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    Como conto que se conta brevemente,
    Como sombra que se vai ligeiramente,
    Como sopro que se abranda e logo cessa,
    Como relva que floresce e cedo seca;
    Assim passa a vida da gente.

    Como nuvem que se desfaz e passa,
    Como brasa que fumega e se apaga,
    Como caminho curto, curta estrada
    Que nem bem começa e se cruza a chegada,
    Nossa vida passa de repente.

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    Que o caminho seja o mais belo,
    Que a relva seja a mais verde,
    Que o conto semeie eternidade,
    Que a brasa ilumine, que a nuvem deságüe;
    Que o poeta faça valer a pena,
    Que a alma não seja pequena.

    Información de la canción

    Composición: Silvestre Kuhlmann

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