Leveza
Silvestre Kuhlmann
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As tuas asas nunca me sufocam
Mas me provocam a voar também
Diante do céu sem nuvens, tão vazio
O desafio é de buscar o Bem!
Ó Pai de Amor, que imensa liberdade
O peito invade e ao coração me vem!
Saber que o Sol não cega com seu brilho
Saber que um filho não vai ser refém
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Que mãos suaves tens! Que mãos suaves
Como as plumas mais leves dessas aves
Que se despojam pra forrar os ninhos!
Mas inda mais suave, ainda mais doce
Cuidas do filho como se ele fosse
O mais frágil dos leves passarinhos
Composición: Silvestre Kuhlmann y Antonio Carlos Santini
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