As tuas asas nunca me sufocam Mas me provocam a voar também Diante do céu sem nuvens, tão vazio O desafio é de buscar o Bem! Ó Pai de Amor, que imensa liberdade O peito invade e ao coração me vem! Saber que o Sol não cega com seu brilho Saber que um filho não vai ser refém Que mãos suaves tens! Que mãos suaves Como as plumas mais leves dessas aves Que se despojam pra forrar os ninhos! Mas inda mais suave, ainda mais doce Cuidas do filho como se ele fosse O mais frágil dos leves passarinhos