Soneto Obeso
Silvestre Kuhlmann
- A/D5
- A4
- A7(11+)
- A7(9)
- B/A
- B4
- B7
- B7(4)
- B7(4/9-)
- B7(9-)
- Bm7
- D4
- D7
- D7(11+)4
- D7(4)
- E7
- E7(4)
- E7/G#
- G/D
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Tono:
D7 D7(4) Lá no Pará tem pato aoD7(11+) tucupiD4 G/D Doce de bacuri no Ver-o-PesoA/D G/D Quando fui me pesar, me vi obesoA7(9) De iguarias do norte me entupiD7 D7(4) D7(11+) Duas vezes meu raio vezes piContinúa después del anuncioD4 G/D É tão longo que o cinto fica tesoA/D G/D Se eu tratar o regime com desprezoA7(9) Nunca mais eu verei este pipiB7(4) B7 No Maranhão tem arroz de cuxáBm7 B4 B7(9-) Em Maceió, sururu de capoteB7(4/9-) B/A E eu me esqueço do chuchu e do cháE7/G# E7(4) Deste jeito eu afundoE7(4+) qualquer boteE7 A4 Ta ficando difícil de agacharA7(11+)A7(9) Mas se o doce é gostoso eu comoD7 D7(4) D7(11+) D4 um pote!