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    Cadê o doce desse rio cadê
    Cadê a vida que corria nele
    Se foi com o absurdo do homem
    Se foi com toda indiferença dele

    Cadê o doce desse rio cadê
    Cadê a vida que corria nele
    Se foi com o absurdo do homem
    Se foi com toda indiferença dele

    Cadê o doce desse rio cadê
    Cadê a vida que corria nele
    Se foi com o absurdo do homem
    Se foi com toda indiferença dele

    Cadê o doce desse rio cadê
    Cadê a vida que corria nele
    Se foi com o absurdo do homem
    Se foi com toda indiferença dele

    Passarinho caiu do ninho
    Caiu na terra do homem
    Olhos fechados não entendeu
    Que ainda não sabia voar

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    Avise a quem puder
    Que esse filho desconhece
    Dos perigos dos predadores
    Que estão a observar

    O homem se comoveu
    Passarinho tentou salvar
    Recolocou no seu ninho
    Lá onde deveria ficar

    Mesmo sem entender
    Porque é que o bixo homem
    Passarinho salvou e cuidou
    Ele aprendeu a voar

    Cadê o doce desse rio cadê
    Cadê a vida que corria nele
    Se foi com o absurdo do homem
    Se foi com toda indiferença dele

    Cadê o doce desse rio cadê
    Cadê a vida que corria nele
    Se foi com o absurdo do homem
    Se foi com toda indiferença dele

    Que as águas do rio doce
    Levem a nossa ambição
    Que os nossos rios levem o sangue, o ódio
    E ensinem a humanidade
    A desaguar no amar
    A desaguar no amar

    A desaguar no amar
    A desaguar no amar

    Cadê o doce desse rio cadê (a desaguar no amar)
    Cadê a vida que corria nele (a desaguar no amar)
    Se foi com o absurdo do homem (a desaguar no amar)
    Se foi com toda indiferença dele

    Información de la canción

    Composición: Silvia Abelin

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