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    Eu te encontrei na minha vida um dia
    Num vestido de louca fantasia
    Ó, cigana das tribos vagabundas
    Os teus olhos cansados de cismar
    Eram duas estrelas a brilhar
    Dentro da noite das olheiras fundas

    Infundias terror a toda gente
    Desvendando o futuro claramente
    Invadindo as paragens do divino
    Teu olhar, que falava sem sorrir
    Mergulhava nas trevas do porvir
    E trazia os segredos do destino

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    Eu também quis saber da minha sorte
    Se era vida risonha ou se era morte
    O que iria encontrar na minha estrada
    E dei-te a mão e as nossas mãos tremeram
    Meus olhos nos teus olhos se perderam
    E fiquei mudo e não disseste nada

    Depois sorriste, e eu te chamei, querida
    Unimos nossas vidas numa vida
    E desfez-se o mistério do teu porte
    Mas não perdeste o teu poder divino
    Na minha mão, não leste o meu destino
    Porque está nas tuas mãos a minha sorte

    Información de la canción

    Composición: Romualdo Peixoto y Paulo Roberto

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