O Azul Que Vem do Infinito

Simone Lyns

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    Pelos trilhos do destino viajei
    Cheguei no antigo engenho e sonhei
    Na bagagem o orgulho da cultura ancestral
    Fez o alicerce do meu feito imortal
    Vem tabajara que hoje tem festança
    No quintal de Dona Esther, doce lembrança

    Balança, Sapucaí!
    Portela revive sua história
    Seu centenário de glória
    A águia voou n’orum infindo
    O samba ganhou, dominou o mundo e é tão lindo!
    Obrigado, Natal, Caetano e Rufino

    Lá vem Dodô girando a saia
    Sete vitórias vou cantar
    Na praça xi, alegoria
    Vestiu o enredo num cortejo à fantasia

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    Violinos, noite tão bela
    Cisne a bailar na passarela
    Glorioso panteão!
    Candeia saudade em nosso pavilhão

    Ah, ouça o rufar das trovoadas
    Macunaíma pelas matas
    Lendas e mistérios, quanta emoção!

    Existe, sim, um céu na terra
    Onde o azul não se desfaz
    E nem o branco se omite
    Pra esse amor não há limite!

    Sou Portela! É azul meu coração
    Sagrado é nosso manto
    Dá força ao negro canto
    Mais uma estrela: É Monarco no infinito
    Ser portelense é o legado mais bonito

    Song details

    Composition: Dayse Do Banjo, Meri de Liz, Ana Quintas, Rozzi Brasil, Simone Lyns, Sandra Portella, and Andrea Moreira

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