Babilônia Brasil

Síntese

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    É, Babilônia Brasil, cada um escolhe o demônio que escuta
    Entre a consciência e a conduta (América Latina)
    É muito lama, é muita luta
    Mas o próximo molde há de vim pelo garrancho
    Das mãos calejadas que há por aí, das mentes calejada que há por aí (das almas)

    Todos têm pressa quando as noites são frias
    Nem conto mais os dias, nem sonhos mortos nas vias
    Vida ouvi dizer que é travessia (pra onde?)
    De longe, nada mais é o que parecia
    O chão molhado da chuva de onte
    Iluminando a ponte, medusas atravessam aos montes
    É, mano, deu errado o Brasil
    E quem se afoga na praga, recorre a um afago tão vil (tão vil)
    Igreja, bar, biqueira de favela
    Os internos fazem fila pra curar sequela, qual sua cela? (Qual?)
    Quais códigos sociais te descrevem?
    Ainda tem coragem pra cobrar o que te devem? (Responde)
    Sem julgar quem peca diferente de mim
    Hum, é, vou eu e meus demônio, como sempre (como sempre)
    Os de sempre: Cigarro, uma da quente
    E o fascínio, da chama ardente do fim
    Guiado pela morte é meu Kin
    O vento branco, odiado pela sorte e o meu rim
    Hipnotizante, é tipo Nyabinghi, o loop é rito, infinito
    Onde cabe a eternidade (simples assim)

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    Yeah, de que você tem fome?
    Carne de quem consome?
    O home explora o home
    De onde vem seu sotaquê? De onde vem seu nome?
    Yeah, de que você tem fome?
    Hã, carne de quem consome?
    Oh, o home explora o home
    De onde vem seu sotaquê? De onde vem seu nome? (Nome)
    (De onde vem seu nome?)
    Yeah, de que você tem fome?
    Carne de quem consome?
    O home explora o home
    De onde vem seu sotaquê? De onde vem seu nome?
    Yeah, de que você tem fome?
    Hã, carne de quem consome?
    Oh, o home explora o home
    De onde vem seu sotaquê? De onde vem seu—, uh

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