Navegante

Sofia Freire

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    Barco que não navega
    Não enfrenta calmaria
    Não se quebra em tempestade

    Nem se perde em travessia
    Mas vive em porto seguro
    Se afunda em agonia

    Velejador que veleja
    Só pela luz do farol
    E que não enfrenta o medo
    Das pedras-lanças do atol
    Vai morrer sem conhecer
    Liberdade e o degredo
    Os mistérios e segredos
    Do berço e da cova do sol

    Deixo o cais, aparto o porto
    Vou pro mundo temeroso
    Eu vou buscar meus tesouros
    Nas históras de trancoso

    Quem nunca sai da baía
    Nunca vê bancos de areia
    Não se lança nas correntes
    Nem nas noites com candeia
    Não vai sentir o encanto
    Nem escutar o canto
    Da encantada sereia
    Não vai sentir o encanto
    Nem escutar o canto
    Da encantada sereia

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    Deixo o cais, aparto o porto
    Vou pro mundo temeroso
    Eu vou buscar meus tesouros
    Nas histórias de trancoso

    Quem só se guia por bússolas
    Astrolábios, balestilhas
    Não segue os rastros dos astros
    Que nos céus têm suas trilhas
    Não verá que as descobertas
    Causam o brilho
    Das retinas

    Deixo o cais aparto o porto
    Deixo o cais aparto o porto

    Não vai sentir o encanto
    Nem escutar o canto
    Da encantada sereia

    Deixo o cais aparto o porto
    Deixo o cais aparto o porto

    Não vai sentir o encanto
    Nem escutar o canto
    Da encantada sereia

    Deixo o cais aparto o porto
    Deixo o cais aparto o porto

    Información de la canción

    Composición: Wilson Freire

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