Paranóica

Sombaguá

    Continúa después del anuncio

    Cidade de neuróticos, cidade de narcóticos
    De um povo que não vive, sobrevive
    Sente preso, sempre teso, mesmo livre
    Cidade de protótipos, cidade de caóticos
    De um povo que se mata, desmata
    E rechaça sua raça vira-lata

    Para ocos e para poucos, parapeitos e pára-raios
    Para parafusos soltos, parasitas e paraguaios
    Pára-brisas e pára-choques, paradoxos paralíticos
    Parabólicas de aço inox e paralelepípedos

    Continúa después del anuncio

    Paraísos paralelos, pára-quedas para se salvar
    Paranóica, bota o chinelo, pára para respirar
    Pára para respirar

    Información de la canción

    Composición: Guizum

    ¿Los datos están equivocados?

    Enviar revisión