Rei da Honestidade

Sudmar e João Ricardo

  • A
  • D
  • E
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Tono:
[Intro] E A E A E A
A E Numa estrada boiadeira bastante
A movimentada
E Certo dia um mineirinho
A transportava uma boiada
E Grande quantia em dinheiro perdeu
A se naquela estrada
D Quando rodou a procura a noite já
E era escura
A E A Já não encontrou mais nada
A E Passaram se trinta anos
A mineirinho novamente
E A E Passando na mesma estrada via
A tudo diferente
E Já era de tardezinha o sol descendo
A o poente
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D Viu uma fazenda linda pra aumentar
E beleza ainda
A E A Ribeirão de Água Corrente
E A E A
A E Via vindo um fazendeiro alegre
A dando rizada
E Amigo seja bem-vindo tem comida e
A tem pousada
E Pode abrir essa porteira solte o
A gado na invernada
D Só de capim colonião sem alqueiro
E no espigão
A E A Mais trezentos na baixada
A E Então diz o mineirinho a muito
A tempo eu passei
E Aqui perdi um dinheiro o lugar
A certo eu não sei
E Respondeu o fazendeiro esse
A dinheiro eu achei
D Espero que não ofenda é sua essa
E fazenda
A E A E A E A Eu só administrei
A E Respondeu o mineirinho pois é o
A rei da honestidade
E Não quero a fazenda inteira não
A quero nem a metade
E Só quero saber que tenho o amigo de
A verdade
D Eu parti nela não tenho, mas quando
E puder eu venho
A E A Pra matar minha saudade
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