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    Um tranco véio campeiro, desses de sai agachado
    Quanto mais abagualado, mais a indiada corcoveia
    Boleio a perna, com as vistas sujas de terra
    De andar laçando macega, no rastro de uma morena

    Marca buenaça, lindeira lá da campanha
    Quanto mais se arreganha, mais se gruda nas orelhas
    Soca as ilheiras, apeando as garras da encilha
    Tocando em rádio de pilha, enquanto lavo o xergão

    Esse trancaço é botado, xucro dos quatro-costado
    E até parece uma fera, um bando de quero-quero
    Que não se leva no berro, acostumado com o gado

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    "É nesse tranco crioulo, de bater à passarinha,
    Que se endurece o lombo, e se escancaram as cancelas
    E só depois de se enganchar, um basto bem arrumado,
    Com o laço à bate-cola, é que a peonada se desdobra,
    E nunca mais volta pra sela"Um tranco véio campeiro, desses de sai agachado
    Quanto mais abagualado, mais a indiada corcoveia
    Boleio a perna, com as vistas sujas de terra
    De andar laçando macega, no rastro de uma morena

    Marca buenaça, lindeira lá da campanha
    Quanto mais se arreganha, mais se gruda nas orelhas
    Soca as ilheiras, apeando as garras da encilha
    Tocando em rádio de pilha, enquanto lavo o xergão

    Esse trancaço é botado, xucro dos quatro-costado
    E até parece uma fera, um bando de quero-quero
    Que não se leva no berro, acostumado com o gado

    "É nesse tranco crioulo, de bater à passarinha,
    Que se endurece o lombo, e se escancaram as cancelas
    E só depois de se enganchar, um basto bem arrumado,
    Com o laço à bate-cola, é que a peonada se desdobra,
    E nunca mais volta pra sela"

    Información de la canción

    Composición: Mauro Moraes

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