Am E7 Am G7 C E7 Am Dm E7 AmE7 Am Como faz bem um chimarrão feito a caprichoE7 Am Quando cevado com o calor da própria mãoG7 C A madrugada negaceando mostra a cara E7 Am Bis Cheiro de garras e pelegos pelo chãoE7 Am Como faz bem ouvir o relincho do potroE7 Am Lá na magueira a espera do buçalG7 C Baio sebruno, cabos negros de respeito E7 Am Bis Que pelo jeito, não nasceu pra ser bagualContinues after the adG7 C Como faz bem tomar um banho na restingaG7 C Vestir as pilchas domingueiras pra passearE7(G7) Am(C) Ouvir a gaita de oito baixos resmungando E7 Am Bis Adivinhando o pensamento do seu par Int.E7 Am Como faz bem sentir o gosto da querênciaE7 Am Ouvir um grito explodindo no rincãoG7 C O venha, venha, do tropeiro nas estradas E7 Am Bis Rezando a prece, de retorno ao velho chãoE7 Am Como faz bem lavar a fuça na gamelaE7 Am Tirar o freio pra depois chimarronearG7 C E o gado manso ruminando junto as casas E7 Am Bis E a terneirada num berreiro pra mamarG7 C Como faz bem sentir o cheiro do borralhoG7 C Respirar fundo o braseiro do tiçãoE7(G7) Am(C) Rio Grande velho, que retrata diariamente E7 Am (F Am) Bis Como se forja uma alma de galpão (intro)
Alma de Galpão
Telmo de Lima Freitas
- Am
- C
- Dm
- E7
- G7
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