Lagrimas de Um Imortal

Theatro das sombras

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    Sou um demônio escondido
    Na penumbra do meu quarto,
    A olhar no espelho a vaidade
    De um demônio cego.
    A sede me leva a me infiltrar
    Novamente entre os mortais,
    Queria chorar por vocês,
    Mas me bastam suas próprias lágrimas.
    E ao mortal só resta chorar
    Eternamente por seus mortos.
    Que destino simples de se ter,
    Nascer para morrer.

    Sou condenado a vagar eternamente,
    Passo os meus dias entre séculos perdidos,
    Cedo ou tarde esqueço que este sentimento
    É efêmero e eu absoluto,
    E caio de cabeça em mais uma aventura
    Que me custara lagrimas a beira de um tumulo.

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    E em qualquer lugar eu começo de novo,
    Os mesmos truques, os mesmos jogos,
    Somente jogadores diferentes
    De espíritos iguais.
    Mas não me preocupo,
    Pois tempo é algo que eu tenho,
    E gosto de ver, sempre começa chover
    Quando um imortal chora.

    Me de seu sangue para que eu possa ser eterno,
    Deus vive de sua oferta e lhe abençoa com que ele
    Não pode ter.

    Información de la canción

    Composición: Eliaxe Mondarck

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