Salgueiro de Corpo Fechado

Thiago Brito

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    Êh marabô exu
    Pai xangó e preto velho feiticeiro
    Quem me guia e me protege não dorme
    De corpo fechado lá vem o Salgueiro

    Hoje sob o clarão da Lua cheia
    De chapéu terno de linho, eu me benzer
    Galho de arruda na minha orelha
    Uma guia no pescoço tacho de oliva e azeite de dendê
    Ô vou firmar ponto na avenida
    Pedir a bênção e Proteção aos orixás
    Tolerância pra essa gente de fé
    Que semeiam a tradição dos nossos ancestrais

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    Sai pra lá mau olhado me deixa sambar
    Quero brincar meu carnaval
    Eu tenho figa, alho, cravo e ervas rezadeiras
    Pra me livrar de todo mal
    Sai pra la mal olhado me deixa sambar
    Quero brincar meu carnaval
    Já defumei a minha umbanda
    Pra me livrar de todo mal

    Na Bahia alcorão canjerê
    Tem crendices e amuleto de mandiga
    Moreno fez bando de lampião
    Usar como patuá pelas bandas do sertão
    Êh pajelança jurema preta me envolve com o seu axé
    Na aldeia pajé faz a festança
    E no terreiro mãe de santo candomblé
    Na encruzilhada acendo velas para ele
    Com cerveja e oferenda pro seu Zé

    Información de la canción

    Composición: Roberto Felinto

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