Medievália

Tiago Malta

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    As flores são vermelhas
    As flores são brancas
    E sempre subimos nas telhas p ara ver de longe as carrancas que ficam na frente dos navios lá no porto
    Trazendo saudades da sua terra
    Lá esta sua alma, aqui, só o corpo
    Que apesar do cessar fogo ainda estão em guerra consigo mesmo, pois não estão no lugar certo
    Estão perto de minhas flores que nem de longe, nem de perto, tem os mesmos sabores da boa e velha comida caseira

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    Daqui de cima eu vejo longe
    Vejo de longe a grande feira onde no centro dela esta um monge sempre pregando a salvação
    Mas quem ta na taverna não vê
    Vê apenas a solidão
    Não percebem seu brilho se perder no copo de uma bebida amarga
    Ele se envergonha de estar vivo após perder a batalha
    Não a bebe, de tão ruim ninguém a traga
    Voltando a grande feira vejo a migalha que um mendigo se atira a lama para pegar
    Na feira se vendem minhas flores
    Mas já estão mortas, não vão durar
    Acontecendo tudo pelos senhores que controlam o caos inconsciente
    E faz de um dia uma aventura
    Às vezes tristes, às vezes sorridente
    Sempre se vê aqui pela rua

    Información de la canción

    Composición: Tiago Malta

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