Mas Será o Benedito?

Tiganá

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    É verde e rosa o sentimento mais bonito
    O amor por minha escola
    A Imperatriz do Forte
    Tem meia légua
    Mas será o Benedito?
    Resistência quilombola
    Lá no Sapê do Norte
    Então abre a praça pra ver Ticumbi
    Chegou majestade, nosso sentinela
    Venceu os grilhões, vagueia por aí
    Salve o Bendito, Benedito Caravela!

    Se tinha preto no tronco ou na plantação
    Embrenha no sertão, o mundo é sua morada
    Feito serpente ataca a escravidão
    Na porta do casarão, no corte da sua espada

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    Mil homens, uma vestimenta
    Mística tormenta pra sinhás e fazendeiros
    Cabula quando o tatá flutua
    Sua fama corre às ruas
    É a imortalidade do guerreiro
    O fogo da covardia é chama pra resistir
    E arde… Por que a igualdade ainda está por vir
    Em cada negro que bate de frente
    Pra quebrar todas correntes
    De um legado infinito
    Em busca da eterna alforria
    Levo sua valentia
    Somos todos Benedito

    Ressoa na pele do couro a vitória
    O morro desce e conta a sua história
    Incorporado de um espírito guerreiro
    O meu quilombo é Forte o ano inteiro

    Song details

    Composition: André Diniz, Rafael Mikaiá, and Artur Kadratz

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