Samba Enredo 1985 - Xingu, O Pássaro Guerreiro

G.R.E.S. Tradição (RJ)

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    Pintado com tinta de guerra
    O índio despertou
    Roani cercou
    Os limites da aldeia
    Bordunas e arcos e flechas e facões
    De repente eram mais que canhões
    Na mão de quem guerreia

    Caraíba quer civilizar o índio nú
    Caraíba quer tomar as terras do Xingu

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    Quando o sol resplandece os raios da manhã
    Na folha, na fruta, na flor e na cascata
    Reclama o pagé pra Tupã
    Que o curimatã sumiu dos rios
    E o uirapuru fugiu pro alto da mata
    Toda caça ali se dispersou
    Ô Deus Tupã
    Benze a pedra verde, a muiraquitá
    Que os índios
    Estão se juntando igual jamais se viu
    Pelas terras do pau-Brasil

    É Kren-Akarore, Kaiabi, Kamaiurá
    É Tchukarramãe é kretire, é Carajá

    Eh! Xingu
    Ouvindo o som do seu tambor
    As asas do Condor, o pássaro guerreiro
    Também bateram se juntando ao seu clamor
    Na luta em defesa do solo brasileiro
    Um grito de guerra ecoou
    Calando o uirapuru lá no alto da serra
    A nação Xingu retumbou
    Mostrando que ainda é o índio o dono da terra

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