Além do Véu de Maya

Tribo de Jah

  • A
  • C#m7
    4
  • D
  • D/A
  • E
  • F#
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Tono:
[Intro] D/A A
D/A Rio de Janeiro no inverno A brisa é fria mas o frio é eterno
A Eu sigo a orla ao longo da Barra A tarde avança mas ainda é clara
D/A Não me é estranha essa sensação de caminhar a esmo Seguir sem direção
A Só, comigo mesmo
D/A Sem me importar em ir ou voltar Sem ter que chegar a algum lugar
A Andar, andar, até cansar
D/A Não interessa o que aconteça Eu não tenho pressa Embora não pareça a vida não cessa
A Eu sei, depois dessa ela prossegue
D/A ou só recomeça [Estribillo]
D/A Eu sinto o Sol
A Eu sinto o seu calor ameno
D/A Eu sigo só
A Só, eu sigo, comigo mesmo
D/A Eu sei que você pensa em mim e lembra de mim Mas eu não sou assim como você vê
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A Como você pensa que eu possa ser Você vê o meu corpo e pensa que sou eu
D/A Ele não é eu ele não é meu É só uma dádiva dada emprestada Deus foi quem me deu por breve
A temporada É só uma roupagem, densa embalagem Que não me pertence
D/A Aliás, nada me pertence nesse mundo Tudo é transitório, tudo é ilusório Ainda que se pense que o que se vê é
A pura realidade Na verdade, o que se está a ver Não é mais que um lapso
D/A Distorcido da eternidade
D E O Sol se esvai
C#m7 F# A noite cai tão sutilmente
D E Conforme o Sol se vai
C#m7 Eu sinto a terra girar quase que
F# imperceptivelmente
D E Assim a gente vai
C#m7 F# Seguindo rumos tão diferentes
D E Caminhos desiguais
C#m7 Mais e mais distantes,
F# continuamente
D E Mais e mais distantes,
C#m7 definitivamente
D/A A cidade é um corpo disforme Que se espalha enorme sobre a crosta terrena
A Uma intrigante cena ela desperta e dorme E deixa alguns espasmos
D/A Ou então se consome em todo o seu marasmo Um mundo formigante, milhões de habitantes
A Todos tão imersos em seus universos Presos aos grilhões do não saber
D/A Das limitações de todo ser vivente dessa dimensão Almas presas aos corpos
A Sob espesso véu de ilusão Até que estes estejam mortos Deixarão então essa condição
D/A E verão que corpo é só casual Composição genética, constituição carnal Eu poderia nascer indiano, sino
A africano, viver muitos anos Pra depois morrer e voltar a nascer Como alemão ou americano
D/A Porque então tanta animosidade Se alma não tem nacionalidade Alma não tem cor, alma não tem sexo
A Esse papo de alma gêmea não tem nexo
D/A Eu vejo o céu
A Atrás do véu de ilusão
D/A Um doce lar
A Além do mar da imensidão
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Composición: Tribo De Jah

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