Amazônia indígena

Tribo Mundurukus

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Os tambores sagrados da floresta vem anunciar
As vozes da ancestralidade da Amazônia Indígena

Sou terra floresta, oh
Sementeira da vida, oh
Mátria de povos originários
Valentes guerreiros, herdeiros da resistência, ô
Sementes do futuro ancestral

Pariná-renapê, Irarê, Parasuí
Amazônia Indígena
De cantos, de povos, de ritos
Lança teu grito ao som do tamurá

Arauê, arauê héê, arauê, arauê héê
Arauê, arauê héê, arauê, arauê héê

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És Urihí, Pachamama e Morená
Teus filhos a chamam assim
Mátria de homens, bichos e espíritos
Aldeia da vida em teu corpo está
O bálsamo pra cura da terra

Assim nos ensina a sabedoria milenar
Que ressoa nos cantos
Munduruku, Yanomami
Pra luta, bravura e resistência continuar

Arauê, arauê héê, Arauê, arauê héê
Arauê, arauê héê, Arauê, arauê héê

És Urihí, Pachamama e Morená
Teus filhos a chamam assim
Mátria de homens, bichos, espíritos
Aldeia da vida em teu corpo está
O bálsamo pra cura da terra

Assim nos ensina a sabedoria milenar
Que ressoa nos cantos
Munduruku, Yanomami, Kayapó

Amazônia indígena de cantos e ritos
Lança teu grito ao som dos tamurás
Müruká, Sawé, Dahim-aqui

Arauê, arauê héê, arauê, arauê héê
Arauê, arauê héê, arauê, arauê héê
Arauê

Song details

Composition: Edvander Batista and Caetano Medeiros

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