Sede de Poder

Trízia

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    Avançando sem limites
    Nada o importa, o preocupa o impede.
    Nos deem asas, conquistas sujas de sangue,
    És a cobiça, o ódio, podre domínio.

    Oh! O bem se perde a um grande mal
    Não adianta negar, sei que irá negar!
    Perdidos em nós mesmos
    Vejo dor, insanidade, egoísmo.
    Servidão rasteje e chore
    Ostente o luxo, o orgulho, a mentira.

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    Oh! Aquilo que o homem sempre fará
    Para ser “o melhor” sempre o melhor
    Quantos deverão morrer? Para saciar
    Esta sede de poder... Jamais acabará!

    Pobre ou rico todos se consomem
    Sem compaixão, piedade, lealdade.
    Não espere do céu a grande punição
    Somos, o juiz, nossa peste, destruição
    Oh! Do que vale ter tanto saber,
    Se o homem não controla a sua ambição

    Quanta mentira vejo, uma inveja o decompõe,
    Não tente disfarçar, seus olhos não deixam mentir
    - Não adianta negar
    ... Esta sede, esta sede, “podre sede de poder.” jamais acabará!!
    Oh! Jamais acabará!!

    Información de la canción

    Composición: Cláudia Trízia

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