Hecatombe

Um

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    Hecatombe

    No entorpecer vadio da droga do tempo
    Morrem os homens, morrem senhoras
    No tilintar das horas do vício sadio
    Sabor de um licor amargo
    A perda da essência
    Obediência horrenda
    De um homem que se prenda
    Aos seus costumes, suas lendas

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    Olhar pelas frestas
    O pouco que resta
    Não feche seus olhos, não!
    A guerra se empresta como em fins de festa
    A morte fechou
    Os olhos negros da dor
    O ócio de um horror
    Que aos poucos se mostrou
    A mágoa no valor
    De um povo que acabou, acabou.

    No entardecer vadio vazio como o tempo
    Tudo é deserto, tudo é morto,
    Aconteceu o aborto da guerra sutil
    Sabor de um licor amargo
    Um fruto da ciência
    Obediência horrenda de um homem que se prenda
    A dar a vida em oferenda

    Olhar pelas frestas
    O pouco que resta
    Não feche seus olhos, não!
    A guerra se empresta como em fins de festa
    A morte fechou
    Os olhos negros da dor
    O ócio de um horror
    Que aos poucos se mostrou
    A mágoa no valor
    De um povo que acabou, acabou.

    Información de la canción

    Composición: Rogério, Luciano Miguel, Koshiro y Kato

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