Carcaças de Teia

Umbral (BR)

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    Do topo das torres de areia, distinta arrogância
    É turva a vista
    Por trás dessas cortinas com frestas tão estreitas
    Sacia a fome na ignorância

    Luta sozinho praguejando ao seu redor
    Incalculável asco do destino
    Ódio só torna sua cova maior (sua cova maior)
    Ódio torna sua cova maior

    A raiva faz moradia
    Persistentes vultos tecem agonia
    Sufocando a própria tristeza
    O ego soma grãos de fraqueza
    A desilusão da realidade
    No rancor, ancora sua verdade
    Rumando à escuridão sem fim
    Foi você quem escolheu desistir

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    Na sombra do próprio medo
    Luz do amanhecer não tem o que colorir
    Passos longos ao retrocesso
    Esperança... Um sonho a fugir
    A escuridão... Único alento
    O desespero faz do corvo paciente, atento
    Coração... Mera pedra fria
    O ponteiro avança lento, por ironia

    Ninguém quer te ver cair
    Você já está no chão

    Viver ou só existir?
    Vergonha, único sentimento plausível
    Um labirinto em turvo oceano negativo
    Pensamento, agora, é ambiente inacessível
    Fadado a linha de raciocínio primitivo

    Você já está no chão

    Información de la canción

    Composición: Lucas Borba, Gabriel Fernando, Douglas Ribeiro, Flávio Zanucoli y Wagner Marioto

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