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    Luta incansável, incessável, constante
    E a rotina te passa a perna
    O homem sentou no sofá de sua sala
    Um controle, um petisco e uma cerva

    A bolha convida, motiva, instiga
    O trágico é cômico e habitual
    Canseira, fadiga e frio
    O homem repete esse ritual

    E se calou foi por tristeza
    Não se calou por calar
    O brio se perdeu no caminho
    Na matrix, seria uma falha

    Medo do tudo e do nada
    No acerto, enxerga o erro
    E, de pensar, ficou mudo
    O homem barata aceita seu mundo

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    Vamo pra luta, caralho!
    Não deixa o mar te levar
    Vamo pra luta, caralho!
    Não deixa o mar te levar

    (Vamo pra luta, caralho
    Não deixa o mar te levar
    Vamo pra luta, caralho
    Não deixa o mar te levar
    Vamo pra luta, caralho
    Não deixa o mar te levar
    Vamo pra luta, caralho!
    Não deixa o mar te levar!)

    O homem trilhou o caminho que, até então, achava ideal
    E diante das consequências, perdeu a noção entre o bem e o mal
    Se viu novamente no sofá da sala, assistindo o jornal matinal
    Olhou pra si mesmo, olhou para o mundo
    E pulsou na veia um pulso profundo

    O fogo se apaga com água, se usar mais fogo, o incêndio se alastra
    Diante da informação, optou pelo acerto, e não pela falha
    Vamo pra luta, caralho! Não é só o que faz bem que vai te ajudar
    A bolha te torna um lixo, arranja a sua causa para lutar

    Vamo pra luta, caralho!
    Não deixa o mar te levar
    Vamo pra luta, caralho!
    Não deixa o mar te levar

    Información de la canción

    Composición: Lucas Borba, Gabriel Fernando, Flávio Zanucoli, Victor Marchezani y Vitor Hugo (Briga)

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