De Volta ao Ralo

Uzômi

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    Calar o que não pode ser dito
    Criar o que não pode ser feito
    Despertar do sono perpétuo
    Quem não se invoca a esmo

    Chorar pelo já derramado
    Aos gritos pra se fazer silêncio
    Ser o que é de todo indigesto
    Inebriado num casulo de sangue

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    De volta ao ralo
    Pro qual a todos leva
    Pra sina da necrose que espera

    Ao ralo
    Pra onde se igualam os homens
    Ao dejeto do já consumido

    E ao refugo se retorna à tona
    Pra sede e fome aplacar
    Retorna condenado à cova
    Da ruína que se resta

    Song details

    Composition: Sales and Heron

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