A Aranha

Vanusa

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    Chegou no inverno
    Deixou tudo em chamas
    Me fez mais quente
    No inverno louco
    Uh! Um beijo ardente
    Tocou minha boca
    E, docemente, disse
    Eu te adoro!

    Nos meus cabelos
    Dedos se arrastando
    Calor do inferno
    Nos alimentando
    Uh! A voz de um anjo
    Abençoou o espaço
    E eu, quase morta
    Perdi meu cansaço!
    Uh! Uh!

    Morde minha veia
    É noite, é quase meia
    Sou aranha viva
    Devagar vou consumindo
    O que cair na teia!

    Morde minha veia
    É noite, é quase meiaaa!
    Sou aranha viva
    Devagar vou assumindo
    O que me der na teia!

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    Chegou no inverno
    Deixou tudo em chamas
    Me fez mais quente
    No inverno louco
    Uh! Um beijo ardente
    Tocou minha boca
    E, docemente, disse
    Eu te adoro!

    Nos meus cabelos
    Dedos se arrastando
    Calor do inferno
    Nos alimentando
    Uh! A voz de um anjo
    Abençoou o espaço
    E eu, quase morta
    Perdi meu cansaço!
    Uh! Uh!

    Morde minha veia
    É noite, é quase meiaaa
    Sou aranha viva
    Devagar vou consumindo
    O que cair na teia!

    Morde minha veia
    É noite, é quase meia
    Sou aranha viva
    Devagar vou assumindo
    O que me der na teia!

    Tchururu! Tchu! Tchururu!

    Morde minha veia (tchururu)
    É noite, é quase meia (tchururu)
    Sou aranha viva (tchururu)
    Devagar vou consumindo (tchururu)
    O que cair na teia! (Tchururu)

    Morde minha veia (tchururu)
    É noite, é quase meia! (Tchururu)
    Sou aranha viva (tchururu)
    Devagar vou assumindo (tchururu)
    O que me der na teia! (Tchururu)

    Información de la canción

    Composición: Arnaud Rodrigues

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