Chegou no inverno Deixou tudo em chamas Me fez mais quente No inverno louco Uh! Um beijo ardente Tocou minha boca E, docemente, disse Eu te adoro! Nos meus cabelos Dedos se arrastando Calor do inferno Nos alimentando Uh! A voz de um anjo Abençoou o espaço E eu, quase morta Perdi meu cansaço! Uh! Uh! Morde minha veia É noite, é quase meia Sou aranha viva Devagar vou consumindo O que cair na teia! Morde minha veia É noite, é quase meiaaa! Sou aranha viva Devagar vou assumindo O que me der na teia! Chegou no inverno Deixou tudo em chamas Me fez mais quente No inverno louco Uh! Um beijo ardente Tocou minha boca E, docemente, disse Eu te adoro! Nos meus cabelos Dedos se arrastando Calor do inferno Nos alimentando Uh! A voz de um anjo Abençoou o espaço E eu, quase morta Perdi meu cansaço! Uh! Uh! Morde minha veia É noite, é quase meiaaa Sou aranha viva Devagar vou consumindo O que cair na teia! Morde minha veia É noite, é quase meia Sou aranha viva Devagar vou assumindo O que me der na teia! Tchururu! Tchu! Tchururu! Morde minha veia (tchururu) É noite, é quase meia (tchururu) Sou aranha viva (tchururu) Devagar vou consumindo (tchururu) O que cair na teia! (Tchururu) Morde minha veia (tchururu) É noite, é quase meia! (Tchururu) Sou aranha viva (tchururu) Devagar vou assumindo (tchururu) O que me der na teia! (Tchururu)