Grade Aberta

Vanusa

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    O tempo é igual a uma porteira
    Que Deus quebrou a tramela
    Pro sofrimento pastar
    Vigio com todos
    os olhos que tenho
    Mas é em vão meu empenho
    Sempre alguém consegue entar.

    Tomara que o mato cresça aqui perto
    Pra que esse meu campo aberto
    Ninguém mais queira invadir
    Que esse chão estéril nada vingue
    Nem brote amor que me obrigue
    Achar a chave de mim.

    O tempo é igual a uma cadeia
    Que o diabo trancou por fora
    E depois perdeu a chave
    E eu luto com todas
    as forças que posso
    Mas é em vão meu esforço
    Esta grade não se abre
    Aguardo chegar
    um anjo qualquer
    Venha de onde vier
    Venha armado de um coração
    Sem asas, o brilho de serafim
    Mas com tanto amor
    que me ajude
    Achar a chave de mim.

    Que me acuda, que me ajude!
    Achar a chave de mim!

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    Que me acuda! (Que me acuda!)
    Que me ajude! (Que me ajude!)
    Achar a chave de mim!

    Que me acuda! (Que me acuda!)
    Que me ajude! (Que me ajude!)
    Achar a chave de mim!

    Que me acuda! (Que me acuda!)
    Que me ajude! (Que me ajude!)
    Achar a chave de mim!

    Que me acuda! (Que me acuda!)
    Que me ajude! (Que me ajude!)
    Achar a chave de mim!

    Que me acuda! (Que me acuda!)
    Que me ajude! (Que me ajude!)
    Achar a chave de mim!

    Que me acuda, que me ajude...

    Información de la canción

    Composición: Sérgio Sá e Irene Acioli

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