Dna do Malandro

Velhas Virgens

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    Se alguém que me deve uma grana
    Pedir-me dinheiro não vou me zangar
    Na constituição do malandro
    Otário é caixa eletrônico

    Se alguém com um terno bacana
    Me oferece emprego eu não posso aceitar
    No dna do malandro
    Trabalho é defeito contaneo

    Eu continuo ai
    Eu bebo uma ai
    Aqui no cambuci
    Ou la no morumbi

    Eu continuo ai
    Eu bebo uma ai
    Na rua javari
    Ou aqui no pari

    Se alguém com uma arma na mão
    Me diz que é assalto não vou me abalar
    Malandro que rouba malandro
    Tem mais de 100 anos de azar

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    Se alguém com um filho no braço
    Me aborda na rua e diz que sou o pai
    Paternidade de malandro
    Só pode mesmo ser engano

    Eu continuo em pé
    Aqui tomando um mé
    É no tatuapé
    Ou la no tremembé

    Eu continuo aqui
    Tomando uma ai
    Ali no mandaqui
    Ou no tucuruvi

    Se alguém que me deve uma grana
    Pedir-me dinheiro não vou me zangar
    Na constituição do malandro
    Otário é caixa eletrônico

    Se alguém com um terno bacana
    Me oferece emprego eu não posso aceitar
    No dna do malandro
    Trabalho é defeito contaneo

    Eu continuo em pé
    Aqui tomando um mé
    É no tatuapé
    Ou la no tremembé

    Eu continuo aqui
    Tomando uma ai
    Ali no mandaqui
    Ou no tucuruvi

    Información de la canción

    Composición: Paulao De Carvalho

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