Não Vale Nada

Velhas Virgens

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    Hoje eu encontrei
    Um velho retrato seu
    Por onde andarão os olhos
    Que um dia foram os meus?
    A rua sem você
    Vazia é quase nada
    Escura, suja e triste
    Recordação maltratada
    Maltratada

    Bêbado, rouco e louco
    Eu danço entre os carros
    Na marginal congestionada
    Grito, blasfemo
    Paixão e ódio
    Mágoa, despeito
    Uma mulher não vale nada
    Não vale nada

    Os dias passam sedentos
    Nessa imensa mesa de bar
    Copos vazios que brindaram saúde
    A quem já não me quer mais
    Não me quer mais
    Não, não quer mais

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    Bêbado, rouco e louco
    Eu danço entre os carros
    Na marginal congestionada
    Grito, blasfemo
    Paixão e ódio
    Mágoa, despeito
    Uma mulher não vale nada
    Não vale nada

    Bêbado, rouco e louco
    Eu danço entre os carros
    Na marginal congestionada
    Grito, blasfemo
    Paixão e ódio
    Mágoa, despeito
    Uma mulher não vale nada
    Não vale nada
    Não vale nada
    Não vale nada

    "Toma um fósforo, acende o teu cigarro!
    O beijo, amigo, é a véspera do escarro
    A mão que afaga é a mesma que apedreja
    Se a alguém causa inda pena tua chaga
    Apedreja essa mão vil que te afaga
    Escarra nessa boca que te beija!"

    Información de la canción

    Composición: Paulão de Carvalho

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