As Estranhas Criaturas do Parque
Venialgo
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B Nunca vão se adaptarF#m F Mas não saem de onde estãoF#m BbB E sem perceber estão em vias deF#m extinçãoB Estranhas criaturas do parqueF#m Elas têm uma novidadeC#7/9 B7/9+ Que só vai aparecer quando houverF#m oportunidadeB Elas querem novos aresF#m F Mas se escondem dos olharesF#m / BbB F#m De quem quer que possa verC#7/9 B7/9+ E Pois o mundo não conhece a caridadeContinúa después del anuncioF#m D Pra todo mundo o Amor tem quatroA letrasB F#m E a Lealdade é uma palavra bonitaD A Mas nem sequer existe de verdade,B nãoF#m D A Pode ter seu preço, mas não háB quem pagueF#m D E E até quando o mundo vai viverD B Sem as estranhas criaturas doF#m parque?B Alguns dizem que são lendaF#m F F#m / Bb E rezam para ser verdadeB Outros juram que elas vivem na cidadeF#m FF#m / BbB Estranhas criaturas do parqueF#m Elas têm uma novidadeC#7/9 Que só vai se revelar quandoB7/9+ F#m estiverem em liberdade E quem quiser conhecer será bem vindo Só precisa transpor as fronteiras do parque E esperar que as criaturas façam sua parte "Estranhas criaturas humanas - Caminham pelas cidades tão cheias de gente Sábias criaturas com o estranho poder de reconhecer beleza nos homens Sensíveis pessoas que nos balançam nos brinquedos da nossa memória. Quase crianças puras. Adultos que pra sempre conservarão a inocência da infância Nunca voltam pra casa - Estranhas criaturas de alma doce e especiais Que sabem reconstruir o mundo - Mas que nunca se sentem em casa."