Alfinete

Ventre

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    É como se eu flutuasse com alfinetes nas pontas dos pés, sim
    Ferindo tudo ao meu redor, é, logo eu
    Logo eu que sinto muito
    Eu sinto muito e sim, vou me enfeitar com cada lembrança boa minha
    Mas eu preciso me atirar contra o que penso de mim
    Da imagem que eu criei de mim
    Logo eu, logo eu

    E eu sei que assusta, mas a ferida que coço um dia tem que sarar
    E nem que seja com um vidro, farpa ou coração
    E se a garganta arranha, grita, grita
    Cospe tudo de vez, deixa sair
    Deixa sair, deixa sair

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    O gosto ruim na boca é pouco
    E não sinto mais pena, nem raiva de mim
    Poder sorrir de novo, é
    Como aprender a caminhar
    Sentir que eu posso entregar de novo

    E é mais fácil começar do zero que consertar o que quebrou
    Se tornar caça e caçador de si
    Pra não se curar demais
    Se esquecer não é o que te faz inteiro

    Información de la canción

    Composición: Larissa Conforto, Hugo Noguchi y Gabriel Ventura

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