Serpente Negra

VIII Pecado

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    Descendo a serra, contando pontos de luz
    Em cada curva uma vida, uma dor, uma cruz
    Pisando firme em direção ao amanhecer
    Sentindo frio, prestes a adormecer

    E a estrada vazia, o tempo parou
    Nas placas nada, ninguém se importou
    O caminho ficou na poeira
    O fim da linha de uma vida inteira

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    Com o rádio ligado, engolindo canções
    Os dedos congelados lutando contra o frio
    O destino esquecido, perdido na neblina
    O sonho interrompido por um tanque vazio

    Refrão

    E tudo agora é pálido, tudo é tão estranho
    A velocidade extrema, curva fechada à frente
    O dia mais curto do ano, é o último dia da gente

    Información de la canción

    Composición: Marquinhos, Mazera y Artur

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