Cuitelinho

Viola Urbana

    Continúa después del anuncio

    Cheguei na beira do porto
    Onde as onda se espaia
    As garça dá meia volta
    E senta na beira da praia
    E o cuitelinho não gosta
    Que o botão de rosa caia, ai, ai

    Quando eu vim
    da minha terra
    Despedi da parentáia
    Eu entrei no Mato Grosso
    Dei em terras paraguaia
    Lá tinha revolução
    Enfrentei fortes batáia, ai, ai

    A tua saudade corta
    Como aço de naváia
    O coração fica aflito
    Bate uma, a outra faia
    E os óio se enche d'água
    Que até a vista se atrapáia, ai...

    Continúa después del anuncio

    Nóis se cruzemo na espiral da vida
    Mais de uma vez eu tenho consciência
    De que na vida não tem coincidência, ai, ai

    Nóis se gostemo e se tornemo amigo
    Mil música cantemo pros nossos ouvidos
    Os lás e os bemóis acordes dissonando
    Em perfeita harmonia, ai, ai
    Mas um dia chegou e nóis desprevinidos (e nóis desprevinido)
    Caímos no chão como dois inimigo (como dois inimigo)
    Nos batendo, estropiando, destruindo o construído (destruindo o construído)
    No fundo do tacho um gosto de fel

    Mas um dia as abelhas se voltam todinhas
    E no milagre da lida
    No milagre da lida o amor vira mel
    Êta nóis!

    Información de la canción

    Composición: Antonio Xando y Folclore Recolhido Por Paulo Vanzolini

    ¿Los datos están equivocados?

    Enviar revisión