Brincadeiras do Sertão

Violeiros Matutos

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    Sou violeiro, sou caboclo do sertão
    Nasci na roça, eu cresci de pé no chão
    Fogão de lenha, piso - de chão batido
    Cama - de barro liso, meu acento era um pilão
    Descia o morro na canoa de coqueiro
    Molecava o dia inteiro, era minha diversão

    Sei dizer se vai chover,
    Se vai ter sol na colheita do feijão

    Na lua cheia eu saia pro terreiro
    Tinha fama de arteiro,
    Mas no fundo era não

    Jogava pedra na caixa de marimbondo
    Andava em cavalo em pelo com bigode de carvão
    E amarrava palha no rabo do gato
    Só pra ver correr no mato, era minha diversão

    REFRÃO:
    Sei dizer se vai chover,
    Se vai ter sol na colheita do feijão

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    Dia de sol eu saia bem cedinho
    Puxar ramo no caminho levantando pueirão
    Dia de chuva eu fazia lamaceiro
    Deslizando escorregueiro a me lambuzar no chão
    Descia o rio em jangada de madeira
    Até chegar na cachoeira, era minha diversão

    Sei dizer se vai chover,
    Se vai ter sol na colheita do feijão

    Na lua cheia eu saia pro terreiro
    Tinha fama de arteiro,
    Mas no fundo era não

    Jogava pedra na caixa de marimbondo
    Andava em cavalo em pelo com bigode de carvão
    E amarrava palha no rabo do gato
    Só pra ver correr no mato era minha diversão

    REFRÃO:
    Sei dizer se vai chover,
    Se vai ter sol na colheita do feijão

    Dia de sol eu saia bem cedinho
    Puxar ramo no caminho levantando pueirão
    Dia de chuva eu fazia lamaceiro
    Deslizando escorregueiro a me lambuzar no chão
    Descia o rio em jangada de madeira
    Até chegar na cachoeira, era minha diversão

    REFRÃO:
    Sei dizer se vai chover,
    Se vai ter sol na colheita do feijão

    Sei dizer se vai chover,
    Se vai ter sol na colheita do feijão

    Información de la canción

    Composición: Sergio Penna

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