Exalte

Vozes 185

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    O meu povo que ferve durante dias com o chamar dos Metais
    O meu povo que ferve com um sol pra cada pelos litorais
    De multicultura, meu povo orgulha e tem os pés no chão
    O povo que vive na mata, no agreste, litoral e sertão

    Carrego uma cruz iluminada ao sol, na minha bandeira
    Sou leão do Norte, eu sou a terra dos altos coqueiros
    Sou paranambuco, sou cova do mar, sou flor do sertão
    Sentinela sagrada, Guarda avançada, segue a exaltação!

    Exalte!

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    Essa é a festa da vida, festa do povo
    Sobre cada pedaço desse chão
    É dessa gente que renasce das cinzas
    Se percebendo nas batalhas, um leão
    Vestindo com amor as cores da bandeira
    Na maratona o quanto as pernas aguentar
    Saboreia cada dia à sua maneira
    Vivendo a vida, a festa, até acabar

    Mas de surpresas, também é feita a vida
    De um tempo, o Senhor Tempo precisou
    A Terra sufocada pediu tempo
    E assim toda a Terra parou
    Na minha terra não foi diferente
    Entre um e outro, geral se aquietou
    A mãe Terra precisava desse tempo
    Assim, a festa do povo cessou

    O galo emudecido sobre a ponte
    Vazia, ah como doeu
    Sem clarins, sem folia e sem momo
    O ano que a alegria perdeu
    Sobre os quatro cantos desta terra
    Eu vi, tanta gente sofreu
    Que seja dessa vez e só
    Que o tempo devolva o que é meu

    Segue a exaltação

    Salve, ó terra dos altos coqueiros
    De belezas soberbo estendal
    Nova Roma de bravos guerreiros
    Pernambuco imortal, imortal!

    Información de la canción

    Composición: Vozes 185

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