Desafiando Os Limites
Vuldembergue Farias
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Am G Caminhos incertos, dedos incertos, desertosDm G Sombras que desaparecem ao meio diaE7 Am Dm Quando o sol divide o céu emAm partes iguais.Dm E7 A lua flutua, não é prata nem cinza, nem pretaDm Am Nem branca, vaidade ou mentira, não é ilusão.B7 C B7 É tão somente a lua em suaE7 estação.Am G Na vida há segredo há coragem e medo, cada umDm G A seu jeito sente sua emoção.E7 Am Dm Am Na minha parede não tem calendárioDm Sou eu quem marca o dia do meuE7 carnavalDm O natal que foi ontem comemoroAm amanhãB7 C B7 Neste manjar de fé provo a minhaE7 avelãAm Rega meu seco jardim o pranto deBb outrosE7 Am Daqueles que nunca choraram por mimContinues after the adNão existem fronteiras é um desafioBb sem fim,E7 A Desafio sem fimA Neste moçar peço que as pedras nãoC#m rolemD C#m Bm Mas devagar murmurando, uma a umaE7 se vãoD E vou passando meia face anjo meiaE7 face feraA Desafiando a espada a enfrentar aC#m guerraD C#m Bm Às vezes penso que estou morta eE7 volteiD Terminar meu choro, pra quemE7 Ainda não me viu chorarD São incertos os passos, que tentoE7 Encenar neste compassoAm Sonho por razões desconhecidas,G desconhecidasDm Embora eu cante alto, no palcoG E7 sombrio da vidaAm Dm Tudo que exala do meu ser dizemAm ser vergonhaDm E7 Eu digo que apesar das barganhasDm Tenho sorte e todas as batalhas sãoAm vencidasB7 C B7 Tenho sorte e todas as batalhasE7 são vencidasAm G Moro num lago formado das águas, do meu prantoDm Cada canto é um endereço. Ai, ai,G E7 a vida é essaAm Dm Am Se eu afundar neste chão aqui vai, o meu apreçoDm Meu pranto já virou tinta. NãoE7 será em absolutoDm Desconhecido da sorte, do mal, doAm bem, da morteB7 C Serei sempre uma estrela viva, aB7 E7 colorir um lutoAm Rega meu seco jardim o pranto deBb outrosE7 Am Daqueles que nunca choraram por mim Não existem fronteiras é um desafioBb sem fim,E7 Am Desafio sem fim