Não Há Morte

Vzyadoq Moe

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    Ousai na distância temer a doença
    Lançai ao vento mil sortes remotas
    Não estás na verdade em alma e transe
    E o amor urge, não tarda ou recua

    E se não sabes também caminhar
    E o amor clama por ti, pelo alto céu
    Deixe que as antigas amarras desandem
    E nos visitaremos na distância altiva

    Digo e se nada te fere ou rebate
    Então qual remédio é a fonte, o final?
    Não há morte que sane nossos males

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    Nossas sortes fluem, como na correnteza
    E o amor urge, não tarda ou recua
    Não há morte que sane nossos males?

    Ousai na distância temer a doença
    Lançai ao vento mil sortes remotas
    Não estás na verdade em alma e transe
    E o amor urge, não tarda ou recua

    E se não sabes também caminhar
    E o amor clama por ti, pelo alto céu
    Deixe que as antigas amarras desandem
    E nos visitaremos na distância altiva

    Digo e se nada te fere ou rebate
    Então qual remédio é a fonte, o final?
    Não há morte que sane nossos males

    Não há morte
    Não há morte
    Não há morte
    Não há morte que sane nossos males

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