Ônibus das Dez

Wanderley da Sanfona

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    Aquele ônibus maldito
    Levou meu amor embora
    Me deixou aqui sozinho
    Meu Deus o que eu faço agora

    Do jeito que ela me ama
    Não me esqueço nunca mais
    Meu coração tá sofrendo
    Sem saber o que é que faz

    Com a falta do meu bem
    Tudo aqui entristeceu
    Eu nunca vou esquecer
    Os beijos que ela me deu

    Aquela mulher pra mim
    É a coisa mais importante
    Mas eu sou o homem dela
    E ela é minha amada

    Tomara que ela volta
    Pois eu não fico sem ela
    Sem meu bem na minha vida
    É igual casa sem janela

    Eu passo a noite na rua
    E amanheço no sereno
    Por ela bebo cachaça
    Bebo mesmo até veneno

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    Tomara que ela volta
    Pois eu não fico sem ela
    Sem meu bem na minha vida
    É igual casa sem janela

    Eu passo a noite na rua
    E amanheço no sereno
    Por ela bebo cachaça
    Bebo mesmo até veneno

    Um dia falei com ela
    Através do celular
    Quando ouvi aquela voz
    Me deu vontade de chorar

    Eu já estava soluçando
    E bastante abatido
    Me senti fora do chão
    Pensei que estava perdido

    Quando eu li o bilhetinho
    Que ela me escreveu
    Fiquei muito apaixonado
    Que saudade que me deu

    Os puxões nos meus cabelos
    E os suspiros profundos
    Chorei igualzinho criança
    Abri a boca no mundo

    Tomara que ela volta
    Pois eu não fico sem ela
    Sem meu bem na minha vida
    É igual casa sem janela

    Eu passo a noite na rua
    E amanheço no sereno
    Por ela bebo cachaça
    Bebo mesmo até veneno

    Tomara que ela volta
    Pois eu não fico sem ela
    Sem meu bem na minha vida
    É igual casa sem janela

    Eu passo a noite na rua
    E amanheço no sereno
    Por ela bebo cachaça
    Bebo mesmo até veneno

    Información de la canción

    Composición: Wanderley Da Sanfona

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