Períodos Inférteis

Xiristen

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    Eu fico olhando a chuva no asfalto
    Na madrugada
    Esperando que você apareça
    Toda molhada
    E cada gota que escorre no teu corpo
    É uma lágrima que corre no meu rosto

    A vida nem sempre é como se deseja viver
    E mesmo que eu viva essa vida onde quer que seja
    Eu seja sempre o teu semeador
    E colher o que compensa todas as secas que passei
    Períodos inférteis longe de você

    Eu fico admirando o meu armário
    Com sua saia
    Pendurada como você em meus braços
    Já desbotada
    Faz tanto tempo que não consumo o teu corpo
    E tanto tempo que não caricio o teu rosto

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    Quero acordar e ver o Sol no teu olhar sobre o lençol
    Toda incomodada franze a testa, pede pra eu tapar a fresta
    E a saudade canta versos sob a vaia deste

    Doce amor é bom sentir
    O amargo é estar sem ti
    Doce amor é bom sentir
    O amargo é chegar ao fim

    A vida nem sempre é como se deseja viver
    E mesmo que eu viva essa vida onde quer que seja, ah
    Eu seja sempre o teu semeador, eô
    E colher o que compensa todas as secas que passei
    Períodos inférteis longe de você

    Quero acordar e ver o Sol no teu olhar sobre o lençol
    Toda incomodada franze a testa, pede pra eu tapar a fresta
    E a saudade canta versos sob a vaia deste

    Doce amor é bom sentir
    O amargo é estar sem ti
    Doce amor é bom sentir
    O amargo é estar sem ti (eu falei doce)
    Doce amor é bom sentir
    O amargo é estar sem ti (volta pra mim)
    Doce amor é bom sentir
    O amargo é chegar ao fim

    Song details

    Composition: Guilherme Xiristen

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