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    No dia que o caminhão chegou na nossa morada
    Desceu a estrada de terra fez manobra na invernada
    O negocio que fizemos foi de porteira fechada
    Só vai as coisa da casa e o resto não vai mais nada
    Sai pra porta do fundo, pra despedir do meu mundo
    Da minha terra adorada

    Pra ninguém não perceber sequer eu fechei a porta
    Desci beirando a cerquinha que sai no fundo da horta
    No mangueirão da porcada eu passei cortando volta
    Igual um chefe de estado que o escoltador escolta
    E um bando de anu branco, escoltaram eu no barranco
    Da minha ida sem volta

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    Fui margeando a capoeira do lado esquerdo a invernada
    E o relinchar do tordilho me olhando e dando risada
    Parecia que dizia, sua atitude e furada
    Você vai sofrer bastante longe da sua terra amada
    E o canto de um bem-te-vi, na copa de um Timburi
    Fez eco lá nas quebrada

    Voltei de novo pro pasto me desviando dos galhos
    Com o ramo eu fui batendo aquelas moita de orvalho
    Gritei tordilho vem cá, ele desceu pelo atalho
    Beijei a cara comprida do meu herói de trabalho
    E ali sozinho eu chorei, depois com a mão alisei
    Aqueles pelos grisalhos

    Juntei a mão na biquinha três golo de água e bebi
    E foi assim desse jeito que dela me despedi
    No mastro de Santo Antônio, parei de novo e pedi
    Meu Deus me abra o caminho num lugar longe daqui
    Me despedi desse jeito, com a mão direita no peito
    Do lugar onde eu nasci

    Información de la canción

    Composición: José Caetano Erba y Pirajá

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